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Novelas do Minho: Gracejos que matam

Ontem terminei a primeira novela de Camilo: Gracejos que Matam. Devo dizer que fiquei muito decepcionado. A história é completamente irrelevante, não existem grandes amores (para podermos referir que é um romance), não existe grande mistério (embora haja mortes, sabe-se sempre quem fez o quê).

Dizem que o Camilo, se não tivesse de escrever para sobreviver, seria um grande romancista. Será que esta novela foi das arrancadas a ferros da imaginação?

Comentários

Anónimo disse…
Caro amigo desculpe mas permita- me que lhe diga que não passa de umagrande besta Camilo, o Mozart da escrita é quiçá um dos mais profícuos escritores da literatura universal...

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