segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Sinto-me insultado...

Nos últimos dias que me sinto insultado pelos fabricantes (ou vendedores) de roupa. Hoje, nomeadamente, com a Cortefiel e com a Antony Morato. Na primeira encomendei um blazer XXL. Pois, não me serve. Apertado. E não, não é da barriga. É mesmo em largura de ombros. Na segunda, pior. Experimentei um XXXL, e arrisquei-me a partir um braço para o conseguir vestir.


Chamem-me gordo... que eu gosto...

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Y: O último homem - um pequeno passo


Ora, entre os vários livros que vou lendo, vou intercalando com um dos volumes desta coleção. É que os últimos dois volumes ainda não saíram, e se leio tudo de seguida, depois arrisco-me a ficar demasiado tempo até ler os últimos. Assim, vai-se lendo de forma progressiva.

Estes volumes leem-se num instante. No meu caso, dois dias, antes de me deitar.

Em relação ao conteúdo, pois bem, tudo continua mais ou menos na mesma: o último homem a tentar chegar sabe-se lá bem onde, e vários grupos de mulheres, por diferentes razões, a tentarem apanhá-lo. Espera-se que mais para a frente se perceba ao certo o que se passou, e a história fique fechada de forma lógica.

Entretanto, posso dizer que dos três volumes que li, este talvez tenha sido o mais interessante. Não só pela história em si, mas porque as piadas são mais naturais, o que torna a leitura mais fácil -- por vezes sinto que a BD anda devagar, já que se passam páginas numa mesma situação...

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

A Liga dos Homens Assustados - Rex Stout


Já há muito que não terminava um livro. Este foi duro de roer. Possivelmente a culpa não é só do livro, mas de um conjunto de contingências, que não vou referir. Em todo o caso, não achei o livro interessante. Talvez por ter demasiados personagens (tanto homem assustado!). Não sei. Até achei alguma piada à forma como o Nero Wolf age, mas custou-me a chegar ao fim.

Quanto ao livro, não é propriamente mau. Mas custou-me. E não gostei.

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Não worten... nem à electrolux.

Pois, comprei uma máquina de lavar louça da Electrolux. Foi-me entregue em casa, e colocada no sítio, entre os móveis da cozinha. Mas não se devem ter dado ao trabalho de a abrir e fechar. A porta vem torta (inclinada se assim quiserem ver). Ou seja, do lado esquerdo, em cima, ultrapassa a largura da máquina, enquanto que ao lado esquerdo, fica ligeiramente para dentro da largura da máquina.

Reclamei à Worten, usando o e-mail de suporte ao cliente. Recebi a informação do ticket.

Entretanto, visitei uma loja da Worten. Por coincidência, tinham o mesmo modelo exposto. Verifiquei que o problema não é da minha máquina, mas do modelo (já que o modelo exposto sobre da mesma maleita, mas em menor dimensão).

Considerando esta nova informação, enviei nova mensagem para o suporte da Worten com estes detalhes. Aproveitei e, como o problema é do modelo, enviei também um e-mail ao serviço de clientes da Electrolux.

Passaram-se mais de 15 dias e não obtive resposta. É evidente que já estou a usar a máquina, e não me estou para chatear com isto. Limei um pouco uma aresta de um dos móveis, e a porta fecha... mais ou menos.

Fico, no entanto, com uma informação valiosa: nem a Worten nem a Electrolux querem saber dos seus clientes. E não me venham dizer que devia telefonar. Se o método de contacto por e-mail está disponível, é para ser considerado, e não para ser ignorado.

Portanto, se querem a minha opinião, Não Worten!

sexta-feira, 6 de julho de 2018

O último homem - #2 Ciclos


Seguindo o primeiro volume, a história continua sem grande suspense neste segundo volume. É certo que a ilustração é muito boa, mas o argumento perde-se um pouco neste volume. Talvez seja mesmo esse o objetivo, engonhar um pouco, e daí o título "ciclos". A continuar a leitura em breve.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Nissan Leaf (2018)

Como sabem, tenho um Nissan Pulsar. Na altura ponderei um Nissan Leaf. Mas para além da diferença de preço acentuada, tinha o problema de ser mais feio que uma bruxa em dia mau.

Desde que o novo Nissan Leaf foi anunciado que ando babado para fazer um test-drive. Primeiro porque o carro é lindo, e por outro, por causa do novo sistema que permite a condução apenas com um pedal.

O que mais me confundia (mas também não fui procurar, para me esclarecer) era como seria conduzir com um único pedal, especialmente quando precisasse de uma travagem brusca. Mas ao contrário do que eu supunha do pouco que tinha lido, o carro continua com o pedal do travão, e o modo de condução que é iniciado por omissão é semelhante à de um carro com mudanças automáticas.

No entanto, ao ativar o modo de condução só com um pedal, carregar nele acelera, e retirar o pé, trava. Ao ponto de, se retirarmos completamente o pé, o carro para. Nomeadamente, se estiverem numa subida íngreme, com este modo de condução ativo, e tirarem o pé, o carro para. É o célebre "mamã, sem mãos".

Também experimentei numa descida íngreme. Aí, o carro trava, mas não para completamente sem a ajuda do travão. E, claro, numa travagem brusca, o travão é sempre útil.

Para além disso, os interiores são confortáveis, tem espaço no lugar traseiro (mas que não se compara a um Pulsar... na verdade ainda não vi um carro que se compare ao Pulsar no que toca ao lugar traseiro) e uma bagageira jeitosa. 

Pena, mesmo, é que se encomendar agora só mo entregam em Fevereiro... com sorte. Ah.. e claro... o facto de não ter dinheiro para isso!

sábado, 5 de maio de 2018

O Último Homem - Um Mundo sem Homens


Confesso que, à parte dos célebres "Patinhas", e mais recentemente, "Astérix" e "Lucky Luke", nunca fui muito apreciador de Banda Desenhada (sem contar tiras, como Bartoon, Garfield, Mafalda, entre outros).

Decidi apostar nesta coleção, que o Público esteve (está e estará) a vender. São 8 volumes, de banda desenhada a cores, com desenho muito bom, um argumento relativamente atual e, embora se possa considerar um thriller ou drama, não faltam pequenas piadas. Confesso que, tendo apostado completamente às escuras, fiquei bem satisfeito (bem mais que com as histórias de Vallerian, de que escrevi há algum tempo).

A história é interessante, e bem contada. Ao contrário das BD a que estava habituado, nesta história não só o decorrer das ações varia do ponto de vista geográfico, como temporalmente.

Hei de continuar a ler os restantes volumes, embora com calma, já que os últimos dois ainda não foram disponibilizados para compra... 

sexta-feira, 4 de maio de 2018

O Caso do Cheque Fatídico (Erle Stanley Gardner)


Este é mais um dos livros das edições Brasil que a Wook esteve a oferecer aqui há tempos na compra de outros livros de bolso (novas edições). Ora, como se diz em bom português, "a cavalo dado não se olha o dente", pelo que nesse ponto de vista, o livro é bastante bom.

Mas não tendo em conta o preço, devo dizer que do ponto de vista de edição, o livro é bastante fraco, contendo vários erros. Nada de grave, mas que não é bonito de ver num livro editado.

Quanto à história, e sendo este o primeiro livro que leio deste autor, e do personagem principal, Perry Mason, que é relativamente bem conhecido. No entanto, acho o livro bastante morno. Só a mais de meio do livro é que a ação aquece, por assim dizer, e o leitor fica preso à história. Esperava que fosse antes!

Quanto ao caso, em si, é interessante, e as conclusões tiradas para absolver a ré são válidas e não extravagantes como são no caso do amigo Hercule Poirot, em que são apresentadas ao leitor apenas durante as últimas páginas no livro.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Introdução ao Desenvolvimento de Jogos com Unity


Hoje não vou comentar o conteúdo do livro, já que é uma obra minha. Depois de ter escrito, em parceria com o meu colega e amigo Ricardo Queirós, o livro Introdução ao Desenvolvimento de Jogos em Android, ganhei coragem para propor e escrever este outro, dedicado também ao desenvolvimento de jogos, mas usando o motor de jogo Unity.

Esta foi uma tarefa difícil. Comecei a escrita em Janeiro de 2017, e só consegui terminar em Dezembro. É evidente que os 12 meses não foram intensivos em escrita, mas é muito tempo. É muito tempo, especialmente, quando se pretende escrever sobre uma ferramenta que evolui muito depressa. Exemplo disso é que, quando iniciei a escrita, a versão atual do Unity era a 5.x, e quando terminei, estava a ficar disponível a versão 2017.3. Não pude, infelizmente, garantir uma atualização para esta versão, tendo o livro ficado pela versão 2017.1.

A abordagem é prática, num pequeno tutorial, para o desenvolvimento de um pequeno jogo. Inclui algumas das práticas mais usadas em jogos, com Unity, desde a animação de personagens, cálculo de caminhos, raycasting, corrotinas, física, colisões, etc.

Uma outra curiosidade em relação à escrita do livro foi o desafio (não sei se à FCA ou a mim mesmo) de publicar um livro escrito em LaTeX. Pois bem, não foi o primeiro. Sei que o meu ex-professor José Carlos Ramalho chegou a fazê-lo.  Mas não terá tido, de certeza, a minha paciência em colocar a aparência tão semelhante à versão do Microsoft Word, mas melhor. Este desafio fez com que, para além de escrever o livro, me dedicasse a aprender alguns segredos bem escondidos do LaTeX, que adorei. E também, que tenha poupado algumas dores de cabeça com o Word.

No final, estou muito satisfeito com o resultado. Agradeço a todos os envolvidos. E, embora já o tenha feito no próprio livro, agradeço à Sandra Correia e à Cláudia Cruz pelo apoio, por parte da FCA, e ao Frederico Gonçalves que me ofereceu a simpática formiga usada no jogo.

Podem comprá-lo nos sítios do costume:

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Maigret e a Condessa





Não há muito a dizer sobre esta obra. Para quem já leu Georges Simenon, já sabe o que espera. É o mesmo para quem lê Agatha Christie. Novos livros são semelhantes, em termos de escrita, apenas mudando as personagens, a história, e um pouco o contexto em que a história se desenrola.

Neste livro, o que me parece realmente interessante é esse mesmo contexto, ou ambiente, em que a história se desenrola, entre clubes de strip, bares, pubs e diferentes géneros de preferências sexuais (hetero/homo). Curiosamente, este ambiente é apenas contextual, e não interfere, de algum modo, com a história, que é mais ou menos transversal.

O que realmente me deixa desanimado é a qualidade da edição, edição essa que não deve ter tido qualquer ronda de revisão, dada a quantidade de erros ortográficos encontrados....