A minha experimentação de automóveis continuou. Hoje foi o Hyundai i30. Para começar, devo queixar-me do vendedor da Cardan de Guimarães. Sinceramente, com aquela falta de simpatia não sei como conseguirá vender algum automóvel. Só mesmo se o comprador estiver mesmo muito, muito interessado. Em todo o caso, comprar um carro maior do que o meu em que me sinto mais apertado ao volante, não obrigado. Podia comentar o nível do equipamento, ou a performance, mas não, nem dei conta. Por um lado porque o vendedor não me tentou vender (foi mais tentar não me vender) e por isso não se deu ao trabalho de dizer nada de interessante sobre o carro, apenas que o acelerador é preso ao fundo, como os carros alemães... interessantíssimo. Mas a verdade é que me sentia tão apertado e tão desconfortável que não me deu gozo nenhum. Portanto, de cinco, um está posto de lado.
Vila Nova de Famalicão nasceu numa encruzilhada, entre Braga, Porto, Barcelos, Guimarães, todas cidades seculares. Nesta encruzilhada foi surgindo a necessidade de pernoitar, surgiram os caminhos de ferro, a indústria dos relógios, na já falecida "A Boa Reguladora", e, pouco a pouco, a cidade surgiu. Originalmente tínhamos um teatro, o Cine-Teatro Augusto Correia. Pelo nome já depreendem que tinha uma sala polivalente, que permitia assistir a cinema ou a teatro. Com o tempo surgiu a mania dos Shoppings , e o Shopping Town , único da cidade que merece tal nome, abriu, incluindo um cinema. O Cine-Teatro Augusto Correia foi ficando velho e mais tarde fechou (entretanto demolido, e já oupado por novo prédio habitacional). Este cinema, no Shopping Town foi-se aguentando. É verdade que um cinema numa cidade pequena não pode ter grande variedade de filmes (fica demasiado caro). Mas os filmes mais falados acabavam por passar em Famalicão. Entretanto, eis que surgem os hipermercados,...

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