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Introdução ao Desenvolvimento de Jogos com Unity

Hoje não vou comentar o conteúdo do livro, já que é uma obra minha. Depois de ter escrito, em parceria com o meu colega e amigo Ricardo Queirós, o livro Introdução ao Desenvolvimento de Jogos em Android , ganhei coragem para propor e escrever este outro, dedicado também ao desenvolvimento de jogos, mas usando o motor de jogo Unity. Esta foi uma tarefa difícil. Comecei a escrita em Janeiro de 2017, e só consegui terminar em Dezembro. É evidente que os 12 meses não foram intensivos em escrita, mas é muito tempo. É muito tempo, especialmente, quando se pretende escrever sobre uma ferramenta que evolui muito depressa. Exemplo disso é que, quando iniciei a escrita, a versão atual do Unity era a 5.x, e quando terminei, estava a ficar disponível a versão 2017.3. Não pude, infelizmente, garantir uma atualização para esta versão, tendo o livro ficado pela versão 2017.1. A abordagem é prática, num pequeno tutorial, para o desenvolvimento de um pequeno jogo. Inclui algumas das práticas mai...

Maigret e a Condessa

Não há muito a dizer sobre esta obra. Para quem já leu Georges Simenon, já sabe o que espera. É o mesmo para quem lê Agatha Christie. Novos livros são semelhantes, em termos de escrita, apenas mudando as personagens, a história, e um pouco o contexto em que a história se desenrola. Neste livro, o que me parece realmente interessante é esse mesmo contexto, ou ambiente, em que a história se desenrola, entre clubes de strip , bares, pubs e diferentes géneros de preferências sexuais (hetero/homo). Curiosamente, este ambiente é apenas contextual, e não interfere, de algum modo, com a história, que é mais ou menos transversal. O que realmente me deixa desanimado é a qualidade da edição, edição essa que não deve ter tido qualquer ronda de revisão, dada a quantidade de erros ortográficos encontrados....

A Cidade das Águas Movediças (Valerian #1)

Ora, cada volume desta coleção inclui duas histórias. A segunda história deste primeiro volume parece-me ainda menos interessante do que a primeira que, no mínimo, incluía algum humor. Esta, mais longa, leva o nosso herói a Nova Iorque, em 1983, ano em que decorreram situações trágicas que levaram à quase extinção da humanidade. Ora, estamos em 2017, e agora sim, estamos perto da extinção, com o Kim e o Donald, um de cada lado. Este é um problema típico da ficção datada: quando lá chegamos, vemos que nada se passa como suposto. Mesmo ignorando essa questão histórica, não aprecio a forma como a história é contada e misturada com a ilustração. Parece-me que muitas vezes a ilustração é irrelevante, já que a história é contada com demasiado detalhe nos textos. Sinto também falta de histórias laterais, coisas que em Lucky Luke ou Astérix aparecem aos pontapés, e ajudam ao desanuvio do leitor.

Sonhos Maus (Valerian #0)

O Público tentou-me, e eu decidi comprar esta coleção de BD, do Valerian. Ainda só li a primeira história (Sonhos Maus). Não posso dizer que seja uma história que me tenha apaixonado. Gosto da forma de ilustração, mas a história, achei-a um pouco acelerada. Além de que o uso de ficção tem de ser bem pensada, o que não me parece ter sido o caso. Exemplo disso é que, na altura em que esta história se passa, é possível viajar no tempo e no espaço. É possível viajar para a época que se pretende... mas de repente... eis que Valerian chegou atrasado três dias. Mas afinal, é possível viajar no tempo, ou não? Isto é algo com que os autores nem sempre se preocupam: será que a tecnologia ou os "poderes especiais" das personagens vão tornar complicado o argumento? Neste caso, diria que sim.

Maigret e o Taberneiro (Georges Simenon)

Mais um livro de Simenon, com o Comissário Maigret como personagem principal, a tentar desvendar um assassinato. Neste livro o leitor nem precisa de tentar adivinhar quem será o assassino. A história é morna, descrevendo aos poucos as várias conversas com os vários possíveis assassinos, sem nunca haver real razão para o serem. Assim que um é encontrado, pois bem, é esse o assassino. Suponho que nesta história Simenon queria fazer o leitor pensar até que ponto um assassino pode o ser por maldade, ou de alguma forma, por um desenrolar de situações que o levem ao charco físico e mental.

Taxar os olhos dos consumidores

NOTA: Vendo esta informação pelo mesmo preço que ma venderam - não validei a informação. Alguém que saiba de fonte segura que a informação que indico é falsa, por favor, comente e esclareça a situação. Pois bem, hoje fui a um Take-Away, e por aselhice minha, esqueci de levar sacos para trazer as caixas. Mesmo com a taxa verde, sobre os sacos de plástico, esse Take-Away nunca tinha deixado de oferecer sacos, razão que justifica a minha aselhice e esquecimento. A surpresa foi quando, ao contrários dos restantes dias, me oferecem sacos de plástico, mas sem asas. Imaginem os sacos dos supermercados, da zona da fruta, transparentes, mas com plástico mais robusto, opaco, e com publicidade. Esses sacos são muito menos práticos, pelo que comentei com quem mos deu, ao que me responderam que assim não pagam taxa. Brilhante. Não li a legislação, mas considerando que esse facto é verídico, significa que a legislação está feita para taxar os sacos plásticos úteis, e que são facilmente reu...

Fetiche (Tara Moss)

Este é um livro curioso. Não só por ter sido escrito por uma ex-modelo, e não só por ser um livro em que a principal personagem, uma modelo, acaba por se envolver na perseguição de um assassino. Mas também porque é o único livro de Tara Moss que encontrei traduzido para português e que, embora as suas 315 páginas, está à venda apenas por 5 euros na Wook. E não, o livro não é mau. A capa não é grade coisa. Mas de resto, está bem escrito (ou traduzido), com uma trama interessante, com algum suspense, variadas descrições... nada que possa ser considerado muito diferente da obra de Lars Kepler, que têm sido bastante aclamados pela crítica. É certo que não sou crítico literário, mas é essa a opinião de quem gosta de policiais e que tem todas as obras de Lars Kepler traduzidas para Português. Fico com pena que a Porto Editora não tenha traduzido mais nenhum. Em todo o caso, e como tenho bastante para ler, pode ser que tenha sorte e daqui a algum tempo se lembrem de traduzir "Split...