Hoje fui até à Nissan experimentar o novo Pulsar. E claro, a versão que tinham para demonstração era o topo de gama, a gasóleo. Bem, foram pouco mais de 25 minutos a conduzir. Em termos de habitáculo, é espaçoso e, acima de tudo, é um carro de quatro lugares (ao contrário do meu Fiesta que é só de três lugares, já que não conheço nenhum anão). Em termos de gadgets, está cheio deles. Tem quatro câmaras, apoio ao estacionamento, sensores que apitam quando nos aproximamos demasiado do carro da frente, outros que apitam ou acendem luzes quando temos carros em posição de ângulo morto. A versão topo de gama tem GPS integrado, ecrã TFT com indicações, rádio, leitor de CD, entrada auxiliar quer por jack 3.5 quer por USB, e ainda é capaz de usar músicas via bluetooth. E claro, kit mãos livres. A mala é relativamente espaçosa, tem função start/stop, etc e tal. O problema, é que também tem um preço demasiado alto. Fica em standby até experimentar outros. O próximo é capaz de ser o novo Mazda 3.
Vila Nova de Famalicão nasceu numa encruzilhada, entre Braga, Porto, Barcelos, Guimarães, todas cidades seculares. Nesta encruzilhada foi surgindo a necessidade de pernoitar, surgiram os caminhos de ferro, a indústria dos relógios, na já falecida "A Boa Reguladora", e, pouco a pouco, a cidade surgiu. Originalmente tínhamos um teatro, o Cine-Teatro Augusto Correia. Pelo nome já depreendem que tinha uma sala polivalente, que permitia assistir a cinema ou a teatro. Com o tempo surgiu a mania dos Shoppings , e o Shopping Town , único da cidade que merece tal nome, abriu, incluindo um cinema. O Cine-Teatro Augusto Correia foi ficando velho e mais tarde fechou (entretanto demolido, e já oupado por novo prédio habitacional). Este cinema, no Shopping Town foi-se aguentando. É verdade que um cinema numa cidade pequena não pode ter grande variedade de filmes (fica demasiado caro). Mas os filmes mais falados acabavam por passar em Famalicão. Entretanto, eis que surgem os hipermercados,...
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