O livro Dissolução , de C. J. Sansom publicado pela ASA, é mais uma história que foca a religião nos tempos da idade média. É bastante fácil de ler (tem um português bastante fluído), mas peca por algumas incoerências (por exemplo, o fulano A entrega as chaves ao fulano B , mas pouco depois, o fulano A está a desengatar as chaves do seu cinto) e por alguns erros gramaticais, como lembrei-me que era um dos monges que sabia , em vez de lembrei-me que era um dos monges que sabiam , Eu fui um daqueles que tinha sido afastado em vez de Eu fui um daqueles que tinham sido afastados ou ainda, um dos poucos que teria a aprovação em vez de um dos poucos que teriam a aprovação . Parece que estes erros cada vez mais se tornam um hábito. A seguir a filosofia do novo Grande Dicionário da Porto Editora que foi editado há pouco tempo, é provável que em breve estas frases se tornem correctas. Além destes erros, mais grosseiros, encontram-se aos potes problemas de concordância (adjectivo...