Hoje fui até à Nissan experimentar o novo Pulsar. E claro, a versão que tinham para demonstração era o topo de gama, a gasóleo. Bem, foram pouco mais de 25 minutos a conduzir. Em termos de habitáculo, é espaçoso e, acima de tudo, é um carro de quatro lugares (ao contrário do meu Fiesta que é só de três lugares, já que não conheço nenhum anão). Em termos de gadgets, está cheio deles. Tem quatro câmaras, apoio ao estacionamento, sensores que apitam quando nos aproximamos demasiado do carro da frente, outros que apitam ou acendem luzes quando temos carros em posição de ângulo morto. A versão topo de gama tem GPS integrado, ecrã TFT com indicações, rádio, leitor de CD, entrada auxiliar quer por jack 3.5 quer por USB, e ainda é capaz de usar músicas via bluetooth. E claro, kit mãos livres. A mala é relativamente espaçosa, tem função start/stop, etc e tal. O problema, é que também tem um preço demasiado alto. Fica em standby até experimentar outros. O próximo é capaz de ser o novo Mazda 3.
Infelizmente estou a ler o livro " Desenvolvimento de Sistemas de Informação ", de Filomena Lopes , Maria Morais e Armando Carvalho , da FCA, Editora de Informática. O "Infelizmente" porque a minha opinião até ao momento é de que o conceito de DSI é mais treta do que quaquer outra coisa relevante. Mas não é isso que quero discutir, porque os meus conhecimentos de causa ainda são poucos. O que quero aqui referir é a falta de análise lógica dos autores. Algures na discussão de informação, organização e sistema de informação, afirmam: Poder-se-á dizer que não há organização sem informação, nem sistema de informação sem informação e, consequentemente, não há organização sem sistema de informação. Ora, transformemos esta afirmação em lógica de primeira ordem: (~ informação => ~ organização) e (~ informação => ~ sistema informação) então (~ sistema informação => ~organização) Simplificando, P = ((~A => ~B) /\ (~A => ~C)) => (~C => ~B). Construamos a ...
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