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Mensagens

Volta... uma confusão

  O estado está a iniciar o processo de colocar máquinas por todo o país para a recolha e reciclagem de embalagens de plástico. A iniciativa assenta na ideia de acrescentar 10 cêntimos ao preço de todos os produtos abrangidos, que serão devolvidos se o consumidor entregar as embalagens vazias numa destas máquinas. A ideia começa mal logo de início, já que as embalagens têm, neste momento, um custo, que o consumidor já está a custear. Veja-se um exemplo de uma garrafa de água. Não me parece que a garrafa seja gratuita para o vendedor da água. Se estamos a pagar por uma garrafa, não devíamos receber esse mesmo valor ao devolvê-la? Não sei qual o custo, que poderá ser até menor que os 10 cêntimos previstos. Mas permitiria que o custo não aumentasse tanto (de 30 cêntimos para 40 cêntimos é um aumento de 33%). É verdade que este valor é devolvido, sob a necessidade do consumidor se deslocar até uma destas máquinas, e esperar na fila para despachar as ditas garrafas. Para além da id...
Mensagens recentes

Obesidade: uma doença?

    Tenho excesso de peso. É inegável. Mas a forma com que a sociedade, e em particular a comunidade médica, lida com isto, deixa-me frustrado. Sim,  gosto de comer, tenho uma vida sedentária, e preciso de mudar de hábitos. Isso é óbvio. Mas fazem ideia da dificuldade que é ter essa força de vontade. E não, um "tem de o fazer" não resolve nada. Para quem tem um metabolismo que queima calorias facilmente, isto deve parecer trivial. Comam menos, mexam-se mais, fim da conversa. Devem achar que passo o dia a comer. Muitas vezes nem é isso. Conheço gente que come barbaridades e continua magra. Não é o meu caso. O que me irrita é que a obesidade não é levada a sério, nomeadamente como uma doença. Pensa num fumador - tem adesivos de nicotina, medicação, acompanhamento psicológico, várias ferramentas. E quem tem peso extra: uma dieta num papel. É como dizer a um fumador "pronto, agora fumas só três vezes por dia, e daqui a quinze dias falamos". Já passei por vários nutri...

Uma Hora de Trânsito

Enviei este texto para os jornais locais, Diário do Minho e Correio do Minho. Nenhum dos quais se dignou, sequer, a responder o interesse (ou falta dele) pela publicação do texto. Assim sendo, aproveito para reavivar este blog, partilhando-o convosco.

Lidl ainda no século XX

Pode parecer que não. Até partilham os folhetos na Net. Mas não, o Lidl ainda não passou ao século XXI. Ora vejamos, festejei o meu aniversário na semana passada. O Lidl tentou ser simpático, enviando-me por e-mail um vale para me oferecer um bolo de 3.5 Eur desde que fizesse compras no valor de 15 Eur em loja. Infelizmente "saco vazio não se tem de pé", pelo que ao fazer as compras semanais optei por passar no Lidl, e aproveitar o bolo. Cheguei à caixa e ao mostrar o vale no telemóvel, a funcionário ficou algo atrapalhada. Não percebi porquê. Mas telefonou à chefe de loja, e fiquei a perceber: eu não tinha o vale impresso, apenas em formato digital. Disseram-me, pois, que não podiam aceitar o vale porque precisam dele em papel para demonstrar (não sei junto de quem). O que é estranho porque, ao passar o código de barras, é feito um registo, e portanto, é feita prova. Já que, se a ideia é mostrar que não o uso mais que uma vez, bem que poderia imprimir uns quanto...

Fiat Coupé

Outro dia tinha um automóvel deste modelo atrás de mim. Não era verde, mas vermelho. Mas fez-me pensar em escrever um post , ou vários, sobre veículos que tenho pena que não tenham sido continuados. Este é um deles. Acho o design suficientemente atual e atrativo, uma estrutura interessante, e que poderia facilmente tornar-se um coupé de referência da marca. Optaram pelo 124 Spider como carro desportivo da marca. Não que seja feio, mas este é, sem dúvida, um carro que eu manteria no mercado, numa versão atualizada (pequenas melhorias de design, novas motorizações e equipamentos). Em breve escreverei sobre outros modelos nostálgicos...

Enfermeiros...

Não era mesmo para comentar. Não gosto de me meter em política. Mas hoje uma notícia que me aborreceu bastante. Enfermeiros a não tratarem doentes que estejam nos corredores dos hospitais, para demonstrar a realidade ao país. Bem, o país está farto de saber. Infelizmente o governo é que não faz nada (e também está farto de saber). Quem não tem culpa são os doentes, que por azar tiveram de ir para o hospital, e tiveram de ficar nos corredores. Para além de terem de lá ficar, não são devidamente tratados... A minha mãe, há coisa de um ano, foi ao Hospital. Uma das vezes teve de ficar na maca, quase no corredor, porque a urgência estava lotada. Foi bem tratada, felizmente. Infelizmente faleceu pouco depois, mas não foi nem por não ser tratada, nem por ter ficado no corredor. Espero é que não aconteça o mesmo a outras pessoas, e que, tal como eu, não possam dizer que tenham sido bem tratados, mesmo tendo ficado no corredor...

Sinto-me insultado...

Nos últimos dias que me sinto insultado pelos fabricantes (ou vendedores) de roupa. Hoje, nomeadamente, com a Cortefiel e com a Antony Morato. Na primeira encomendei um blazer XXL. Pois, não me serve. Apertado. E não, não é da barriga. É mesmo em largura de ombros. Na segunda, pior. Experimentei um XXXL, e arrisquei-me a partir um braço para o conseguir vestir. Chamem-me gordo... que eu gosto...