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Contenção... no que vale a pena!

Hoje a minha mensagem vai ser curta, ainda para mais porque já não é a primeira vez que a apresento aqui. O nosso primeiro ministro colocou-nos num plano de austeridade, com contenção de despesas. Mas devem fazê-lo apenas no que realmente é necessário, e no que realmente poupa. Ora, lembrem-se que as luzes dos automóveis não gastam mais energia por estarem acesas. Nem gastam mais gasolina, nem gastam bateria.

Notem que as luzes devem ser acesas em caso de nevoeiro e em caso de chuva. As luzes não servem apenas para que possam ver melhor, mas que os outros vos possam ver melhor! Usem-nas!

Comentários

Filipe Meneses disse…
As luzes gastam energia eléctrica que é produzida pelo alternador do automóvel. O alternador é movido pela força do motor, i.e., uma correia liga o motor ao alternador. Com o rodar do motor, a correia movimenta-se e faz o alternador rodar (e consequentemente produzir energia).
Ora, com o aumento do consumo energético o alternador tem de produzir mais energia, fazendo mais "força" na correia que propaga essa necessidade ao motor.
Nos carros mais antigos isto sente-se (e por ouve-se). Nos novos sente-se menos mas o efeito é o mesmo. Se ligarmos algo que gasta muita energia (por exemplo: a resistência eléctrica do vidro traseiro) e o motor estiver ao "relanti" sente-se uma ligeira diminuição das rotações pois o motor tem de fazer mais força (e naõ estamos a carregar no acelerador para lhe dar mais gasolina).

É verdade que o consumo é negligenciável e nunca deve servir de desculpas para não se acender os faróis. Mas também não é inteiramente verdade que não custe dinheiro (muito pouco) ao seu proprietário.
Alberto Simões disse…
Olá, Filipe. Sim, tens razão.

Mas se comparares com outros gastos (de má condução, por exemplo), o gasto dos faróis é mais que negligenciável.

Depois, se comparares com o preço de um arranjo.. então... ;)

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