Avançar para o conteúdo principal

Entrega de ar ao domicílio

Um leitor do meu humilde blog (fire4me) recebeu nestes dias em casa uma encomenda da Vodafone com ar. Para que o ar não abanasse muito, calçaram-no com uma caixa com uma placa de acesso à Internet (vulgo ADSL).

Eu espero que a Vodafone não tenha cobrado pela entrega da encomenda em casa, ou se o fez, que tenham cobrado o valor da entrega de um volume pequeno, que até caberia num daqueles envelopes verdes que os CTT têm. É que não lembra nem ao Diabo enviar um volume numa caixa 50 vezes maior.

Por outro lado, espero que a transportadora tenha cobrado pelo volume e não pelo peso. Pelo menos para ver se ensinam que as árvores estão a morrer, e que os caixotes de cartão gastam bastante pasta de papel... especialmente os com aquele tamanho!

Comentários

Single Mind disse…
:) Isso acontece em qualquer lugar. Encomendas vindas de UK e FR (por exemplo da amazon) vem em caixas com dimensoes 4 a 5 vezes maior.

Encomendas vindas dos USA sao sempre uma anedota. Compro algo num determinado valor para nao pagar direitos alfandegarios, mas como o pacote PROMETE uma boa quantia, abrem o pacote, verificam que e' uma cena que nao vale a pena, mas... como tiveram o trabalho de verificar retem a encomenda na alfandega contra um valor que oscila entre 3 a 10 euros. E nao adianda reclamar, ou paga-se ou nada.

Por isso, o problema nao esta' na inteligencia dos portugueses mas apenas na inteligencia mundial.

Mensagens populares deste blogue

Vila Nova de Famalicão sem Cinema

Vila Nova de Famalicão nasceu numa encruzilhada, entre Braga, Porto, Barcelos, Guimarães, todas cidades seculares. Nesta encruzilhada foi surgindo a necessidade de pernoitar, surgiram os caminhos de ferro, a indústria dos relógios, na já falecida "A Boa Reguladora", e, pouco a pouco, a cidade surgiu. Originalmente tínhamos um teatro, o Cine-Teatro Augusto Correia. Pelo nome já depreendem que tinha uma sala polivalente, que permitia assistir a cinema ou a teatro. Com o tempo surgiu a mania dos Shoppings , e o Shopping Town , único da cidade que merece tal nome, abriu, incluindo um cinema. O Cine-Teatro Augusto Correia foi ficando velho e mais tarde fechou (entretanto demolido, e já oupado por novo prédio habitacional). Este cinema, no Shopping Town foi-se aguentando. É verdade que um cinema numa cidade pequena não pode ter grande variedade de filmes (fica demasiado caro). Mas os filmes mais falados acabavam por passar em Famalicão. Entretanto, eis que surgem os hipermercados,...

Incoerências ou falta de conhecimentos lógicos

Infelizmente estou a ler o livro " Desenvolvimento de Sistemas de Informação ", de Filomena Lopes , Maria Morais e Armando Carvalho , da FCA, Editora de Informática. O "Infelizmente" porque a minha opinião até ao momento é de que o conceito de DSI é mais treta do que quaquer outra coisa relevante. Mas não é isso que quero discutir, porque os meus conhecimentos de causa ainda são poucos. O que quero aqui referir é a falta de análise lógica dos autores. Algures na discussão de informação, organização e sistema de informação, afirmam: Poder-se-á dizer que não há organização sem informação, nem sistema de informação sem informação e, consequentemente, não há organização sem sistema de informação. Ora, transformemos esta afirmação em lógica de primeira ordem: (~ informação => ~ organização) e (~ informação => ~ sistema informação) então (~ sistema informação => ~organização) Simplificando, P = ((~A => ~B) /\ (~A => ~C)) => (~C => ~B). Construamos a ...

Volta... uma confusão

  O estado está a iniciar o processo de colocar máquinas por todo o país para a recolha e reciclagem de embalagens de plástico. A iniciativa assenta na ideia de acrescentar 10 cêntimos ao preço de todos os produtos abrangidos, que serão devolvidos se o consumidor entregar as embalagens vazias numa destas máquinas. A ideia começa mal logo de início, já que as embalagens têm, neste momento, um custo, que o consumidor já está a custear. Veja-se um exemplo de uma garrafa de água. Não me parece que a garrafa seja gratuita para o vendedor da água. Se estamos a pagar por uma garrafa, não devíamos receber esse mesmo valor ao devolvê-la? Não sei qual o custo, que poderá ser até menor que os 10 cêntimos previstos. Mas permitiria que o custo não aumentasse tanto (de 30 cêntimos para 40 cêntimos é um aumento de 33%). É verdade que este valor é devolvido, sob a necessidade do consumidor se deslocar até uma destas máquinas, e esperar na fila para despachar as ditas garrafas. Para além da id...